
Onde as oliveiras crescem os homens não morrem testemunha uma história de crença de que a arte pode desempenhar um papel ativo na sociedade. Foi essa história que encontrámos em quatro aldeias do interior de Portugal – Barbaído, Chão da Vã, Freixial do Campo e Juncal do Campo – onde existe um projeto de desenvolvimento das aldeias através de práticas artísticas: o “Há festa no campo/Aldeias artísticas”.
Documenta-se assim o desenvolvimento deste projeto, dando corpo a uma experiência comunitária e tornando possível a replicação da mesma noutros territórios.
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