
UMA LINHA É UM PONTO QUE PASSEIA é um percurso artístico que propõe uma experiência imersiva de deambulação pela história de um lugar. Com recurso ao som, à imagem e a ações performativas, sugere-se uma viagem pela memória de Riachos, habitando uma quinta agrícola e os campos que a rodeiam, tomando estes espaços como lugar de encontros e trajetos únicos e singulares. Surgem assim tantos mapas quantos os percursos de cada participante. É que um mapa – bem o sabemos – é uma questão de performance.
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