curadoria_ Darling Desperados e Terceira Pessoa
obras e autores_
The blue line, de Nuno Leão;
Duck to island, de João Dias;
Vem e torna os meus sonhos frustrados em palavras de algodão, de Inês Nêves;
Sem título (sem data), sem artista, sem formato, sem medida, de Inês Nêves;
Possibility of an Island, de Ana Gil;
Le Vernissage, de Óscar Silva;
Love makes life less painful, de Katta Pålsson, Emma Creed e Ulrika Malmgren;
Dog Days, de Valentin Malmgren;
Explorer’s Diary, de Franco Veloz;
Spanish suitcase, de Tinna Joné
design gráfico_ Cátia Santos
produção executiva_ Rita Boavida, Rita Piteira e Tamara Cruz
apoio à produção_ Bruno Esteves
comunicação e assessoria de imprensa_ Rita Piteira
financiamento_ República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes e Câmara Municipal de Castelo Branco
apoios_ Fábrica da Criatividade, Romaria Cultural
parceiros_ Rua das Gaivotas 6 / Teatro Praga e Galleri Artsight
Darling Desperados foi fundada por Ulrika Malmgren e Katta Pålsson.
Conheceram-se na Escola Superior de Teatro de Malmö, onde frequentaram a mesma turma em 84-87.
Performances premiadas e trabalhos artísticos pioneiros, fizeram do nome um símbolo associado a uma forma de arte de vanguarda que procura sempre colaborações com novas técnicas, histórias fortes, encenações inovadoras, artistas de vanguarda e oferece ainda um espaço para residência e pesquisa artística em relação com o público. Já encenou, dirigiu e interpretou mais de 50 obras originais, 15 curtas-metragens e fez digressões internacionais.
A sua primeira produção foi um filme baseado numa peça sobre os últimos 30 segundos de Marilyn Monroe, antes do momento da sua morte.
A decisão de que Darling Desperados deveria conter tudo o que elas queriam, filmes, teatro, música, performance, exposições … fez com que se transformasse no seu parque de diversões e local de trabalho durante mais de 25 anos.